NEURECTOMIA DO FEIXE VÁSCULO-NERVOSO MENTONIANO COM IMPLANTE DE BIOMATERIAIS - ESTUDO MICROSCÓPICO *

NEURECTOMIA OF THE MENTONIAN NERVOUS VASCULAR BUNDLE WITH IMPLANTATION OF BIOMATERIALS - MICROSCOPICAL STUDY
 
 
 
 

Clóvis MARZOLA **
Cássia Takako OMAGARI ***
Luiz TAVEIRA ****
João Lopes TOLEDO-FILHO *****
Susy Moraes CAMPOS-BUSCH ******
 
 

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* Monografia apresentada ao Curso de especialização em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial, promovido pela APCD Regional de Bauru, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial.
** Professor Titular de Cirurgia da FOB-USP Aposentado e da UNIP de Bauru. Orientador do Trabalho.
*** Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial. Professora do Curso e autora da monografia.
**** Professor de Patologia da FOB-USP de Bauru e co-orientador do trabalho.
***** Professor Titular de Anatomia da FOB-USP de Bauru e Professor do Curso.
****** Professor de Diagnóstico da UNIP-Bauru.
 
 

  RESUMO

  O presente estudo visa estabelecer o comportamento biológico microscópico, durante o período 
de cicatrização, da Matriz Orgânica de Osso Liofilizado Osseobond (GENOX-ORGÂNICO), 
Proteína Morfogenética-HÁ (GENPRO), Aglutinante (GEN-COL) e Membrana Reabsorvível de 
Osso Bovino Liofilizado Dentoflex (GEN-DERM), desenvolvidos no Departamento de   Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, sobre tecido  vásculo-nervoso seccionado, em mandíbulas de coelhos.  Foram utilizados 20 coelhos New Zealand adultos, pesando de 3,5 a 4 kg, divididos em 05 grupos, de acordo com vários períodos de reparo tecidual, 07, 14, 21, 45 e 60 dias, para a realização do sacrifício e, colheita do material de estudo.  Diante dos resultados obtidos, pode-se concluir que: 1. Houve a formação de trabéculas neoformadas em grande quantidade, em meio a fibras colágenas e fibroblastos, com abundante deposição de matriz óssea, indicando grande atividade osteoblástica na cavidade preparada aos 60 dias de pós-operatório.  2. Não houve a formação de neuroma de amputação até os 60 dias de pós-operatório.  3. Os materiais implantares são de fácil manuseio.  4. Até os 60 dias de pós-operatório ainda se verificou a presença de pequena quantidade de material implantar na cavidade cirúrgica.  5. Num intervalo de 07 dias ocorreu ulceração no lábio inferior do lado operado, devido à parestesia permanente, em todos os animais do experimento.


 
  ABSTRACT

  The present study it aims at to establish microscopically the biological behavior, during the healing period, of the Organic Matrix of Lyophilized bone Lyophilized Osseo bond (GENOX-ORGÂNICO), morphogenetic hidroxilapatite Protein (GENPRO), Agglutinate (GEN-COL) and Resorpt Membrane 
de Lyophilized Dentoflex bovine bone (GEN-DERM), developed in the Department of Biochemist of the College of Dentistry de Bauru, São Paulo, Brazil of the University of São Paulo, on tissue parted nervous vascular, in mandibles of rabbits. 20 adult rabbits New Zealand had been used, weighing of 
3,5 the 4 kg, divided in 05 groups, in accordance with some periods of healing tissue, 07, 14, 21, 45 
and 60 days, for the accomplishment of the sacrifice and, harvest of the study material.  Ahead of 
the gotten results, it can be concluded that: 1. It had the formation of neoformed bone trabeculs in 
great amount, way the collagens staple fibers and fibroblasts, with abundant deposition of bone 
matrix, indicating great osteoblastic activity in the socket prepared to the 60 days of postoperative. 2. 
It did not have the formation of neuroma of amputation until the 60 days of postoperative. 3. The materials to implant are of easy manuscript. 4. Until the 60 days of postoperative still the presence 
of small amount of material was verified to implant in the surgical socket. 5. In an interval of 07 
days ulceration in the inferior lip of the operated side occurred, due to permanent parestesia, in all the animals of the experiment.


 
UNITERMOS: Neurectomia, Processo de reparo, Feixe vásculo nervoso, Estudo microscópico, Implantes, Biomateriais.

 
UNITERMS: Neurectomy, Healing, Vasculo Nervous Bundle, Microscopical study, Implantations, Biomaterials.

 

  INTRODUÇÃO

  Apesar do grande avanço tecnológico obtido na área odontológica, ainda pode-se encontrar em nossos países, pacientes que perderam seus dentes, na maioria das vezes precocemente, causando uma reabsorção excessiva do osso alveolar.
  As possibilidades para o seu restabelecimento estético e funcional, atualmente têm aumentado consideravelmente, com a utilização dos implantes osseointegrados.
  Quando necessário, pode-se utilizar a técnica da transposição do nervo alveolar inferior, a fim de serem evitados danos na sua constituição anatômica (ALLING; BIRMINGHAM, 1977; JENSEN; NOCK, 1987; ROSENQUIST, 1991; FRIBERG; IVANOFF; LEKHOLM, 1992; BAVITZ et al., 1993 e SMILER, 1993).
  Muitas vezes, no entanto, o paciente não dispõe de recursos financeiros para um restabelecimento protético ideal, com a colocação de implantes osseointegrados, ou de outro material implantar, sendo necessária a utilização de uma prótese total superior e / ou inferior.
  O sucesso destas próteses totais é compatível com a qualidade dos tecidos adjacentes, sendo que a reabsorção exagerada do processo alveolar aproxima demasiadamente alguns músculos que se fixam na mandíbula, próximos ao rebordo residual ósseo.
  A falta de função é um fator determinante de atrofia acelerada do processo alveolar, independentemente do tônus muscular.  O paciente perde suas características estéticas e funcionais, e conseqüentemente, sua dimensão vertical, com graves prejuízos à articulação têmporo-mandibular (SOARES, 1979).
  Deste modo, também o forame mentoniano ficará mais próximo ao rebordo alveolar e, em casos mais extremos, esse forame e a porção mais adjacente do canal mandibular abrem-se neste rebordo alveolar (GERSHENSON; NATHAN; LUCHANSKY, 1986).
  Esta nova localização do forame mentoniano na área chapeável, ou um pouco abaixo, a qual se tornou bastante escassa pela reabsorção alveolar, pode vir a causar uma compressão sobre seu conjunto vásculo-nervoso, comprometendo-o severamente (MATHIS, 1951; ARCHER, 1968; THOMA, 1969; KRUGER, 1970; NEILL; NAIRN, 1971; STARSHAK, 1971; LOUKOTA et al., 1992 e MARZOLA, 1997).
  O paciente relata uma dor intensa, tipo nevrálgica e, de curta duração, presente após a mastigação.  A dor se estende por toda a área inervada pelo nervo mentoniano.
  Clinicamente à palpação, podem-se provocar esta mesma sintomatologia dolorosa, havendo ainda a possibilidade do aparecimento da dor com o intumescimento do lábio inferior de origem vasomotora e reflexa.
  Atualmente pode-se dispor de vários métodos cirúrgicos, protéticos e medicamentosos em que se alivia esta sintomatologia dolorosa, mas em casos extremos, quando se esgotarem todos os recursos e a dor intensa persistir, interferindo no bem estar e tranqüilidade do paciente, lança-se mão da neurectomia, ou seccionamento do feixe vásculo-nervoso mentoniano.

  REVISTA DA LITERATURA

  Nos pacientes portadores de próteses totais ou parciais, poder-se-iam eliminar a sintomatologia dolorosa decorrente da compressão da prótese sobre o feixe vásculo-nervoso com alívios na própria prótese, entretanto, isso apenas seria possível quando o resultado do desgaste mantivesse suficiente suporte para a estabilidade desta prótese (STARSHAK, 1971; PURICELLI, 1976 e MARZOLA, 1997).
  O reposicionamento cirúrgico do forame mentoniano, com a colocação de membrana reabsorvível de osso liofilizado para sua proteção e fixação, consiste em alternativa para a resolução deste problema (MARZOLA; TOLEDO FILHO; PASTORI et al., 1997 e MARZOLA, 2002).
  A utilização destas membranas, também, pode ser útil para os casos de transposição do nervo alveolar inferior para a fixação de implantes osseointegrados, quando não é possível um reposicionamento ideal do fragmento ósseo vestibular retirado para a exposição do conjunto vásculo-nervoso.
  Mesmo fazendo uso de uma correta técnica cirúrgica além de uma manipulação delicada do conjunto vásculo-nervoso, pode-se causar danos a este, sendo necessário para isto, entender-se o mecanismo do reparo tecidual nervoso (ERHART, 1962; BLACKWOOD et al., 1963; ROBBINS, 1967; COTRAN et al., 1989; BRASILEIRO FILHO et al., 1994; DONOFF, 1995 e GREGG, 1995) para ser avaliado o custo / benefício do procedimento cirúrgico, conscientizando o paciente em relação aos resultados esperados e, possíveis problemas, como a parestesia temporária pela manipulação indesejável e displicente do feixe vásculo-nervoso.  Não havendo lesão importante deste feixe, a sensibilidade retornará à normalidade possivelmente dentro de algumas semanas ou meses (STARSHAK, 1971; PURICELLI, 1976; KAHNBERG; RIDEL, 1987; MARZOLA, 1997 e MARZOLA, 2002).
  A manobra cirúrgica para o reposicionamento ou a transposição do feixe vásculo-nervoso do nervo alveolar inferior vem sendo utilizada há alguns anos, inicialmente para auxiliar no aprofundamento do sulco vestibular da mandíbula (ALLING; BIRMINGHAM, 1977), ou ainda na colocação de implantes osseointegrados (JENSEN; NOCK, 1987; FRIBERG; IVANOFF; LEKHOLM, 1992; ROSENQUIST, 1992 e SMILER, 1993).
  A correção cirúrgica de deformidades dento-faciais (cirurgia ortognática) em região de pré-molares pode, também, requerer um reposicionamento do forame mentoniano (KAHNBERG; RIDELL, 1987).
  Nos casos em que ocorrem dores nevrálgicas com intensidades extremas e já se esgotaram todos os outros meios terapêuticos para eliminá-la, pode-se lançar mão da neurectomia para controle desta, levando-se sempre em consideração as seqüelas decorrentes deste procedimento cirúrgico, em especial a possibilidade de traumas freqüentes devido à presença de anestesia permanente.
  O conhecimento anatômico da região a ser abordada é também muito importante para poder-se realizar um correto diagnóstico clínico e radiográfico, além de uma abordagem cirúrgica precisa (TEBO; TELFORD, 1950; FREITAS et al., 1976 e 1979; GERSHENSON, 1986; GREEN; DARVELL, 1988; PHILLIPS; WELLER; KULILD, 1990 e HIDETOSHI et al., 1992).
  No mecanismo de reparo de pequenos defeitos ósseos, cortical ou medular, inicialmente deposita-se osso primário na primeira semana, que é posteriormente substituído por osso lamelar na quarta semana. Nas falhas corticais de até 0,2 mm ocorre uma deposição direta de osso do tipo lamelar (SCHENK, 1994).
  Diferentes tipos de membranas reabsorvíveis têm sido utilizados de maneira bastante satisfatória, associadas ou não a materiais implantares, quer no preenchimento de falhas cirúrgicas, defeitos ósseos, ou ainda mesmo na proteção da parede lateral do seio maxilar, desempenhando-se de modo a não mostrar quaisquer sinais de rejeição (CHVAPIL; KRONENTHAL; VAN WINKLE, 1973; GOTTLOW; KARRING; NYMAN, 1987; CAFFESSE, 1990; NOVAES JR.; MORAES; NOVAES, 1990; MAGNUSSON; MATICH; COLLINGS, 1988; TONIOLLO, 1988; GALGUT, 1991; LEKOVIC, 1991; MATSUE et al., 1991; BECKER; NEUKAM; SCHLIEPHAKE, 1992; CRUZ; REIS; SILVA, 1993; DUAILIBI; MORETTI; ISSAS, 1993; SONOHARA; GREGHI, 1994; DE LAVALLE; MARZOLA; CONSOLARO et al., 1997; LOBO; MARZOLA; CONSOLARO et al., 1997; TOSIN; MARZOLA; CONSOLARO et al., 1997; MARZOLA, 1997 e MARZOLA, 2002) e, além de outras indicações, como na proteção de feridas agindo como um curativo biológico (PITANGUY; SALGADO; MARACAJÁ, 1988).
  As membranas atuam como barreira física, impedindo que células do epitélio bucal e tecido conjuntivo participem da cicatrização do defeito ósseo, priorizando a migração de células osteoblásticas para o local cirúrgico (BECKER; NEUKAM; SCHLIEPHAKE, 1992; BLACK et al., 1994; HARWICK; HAYES; FLYNN, 1995; MARZOLA, 1996; MARZOLA, TOLEDO FILHO, ZORZETTO et al., 1996 e MARZOLA, 2002).  Deste modo, impede-se que os fibroblastos colonizem o coágulo antes dos osteoblastos, que são mais lentos em sua função (MULLIKEN et al., 1981).
 Estas membranas criam um meio propício para melhorar a regeneração funcional através do potencial biológico natural que inclui fatores como a prevenção da inflamação pela presença bacteriana, a estabilidade mecânica do coágulo, a criação e manutenção do espaço por ele preenchido além do isolamento dos tecidos indesejáveis do local de regeneração (HARWICK; HAYES; FLYNN, 1995 e MARZOLA, 1996).
  Podem ser basicamente divididas em dois grupos: as membranas não reabsorvíveis e as reabsorvíveis, que podem ser subdivididas em bioabsorvíveis, que são degradadas por simples hidrólise e, em biodegradáveis, onde há uma ação enzimática (HARWICK; HAYES; FLYNN, 1995).  As não reabsorvíveis apresentam uma série de desvantagens, como a necessidade de um segundo procedimento cirúrgico para sua remoção, pela ausência de incorporação ao tecido do hospedeiro, além da tendência à infecção pós-operatória e recessão gengival (BLACK et al., 1994).
  A utilização de osso humano liofilizado em partículas para o tratamento de lesões ósseas também constitui uma alternativa, principalmente na área odontológica. Entretanto, considerando seu alto custo, a dificuldade de obtenção de grandes quantidades de osso humano viável e a proibição em vários países da comercialização de produtos originados de órgãos humanos, foi desenvolvido e lançado no mercado o osso liofilizado de origem bovina, com as mesmas características (TAGA; CESTARI; SILVA, 1997).
 O potencial da matriz orgânica de osso bovino liofilizado Osseobond foi avaliado histologicamente em reparo de defeitos ósseos provocados em crânios de cobaias. As falhas ósseas preenchidas apenas por coágulo sangüíneo se apresentaram ainda abertas, contendo tecido conjuntivo fibroso em seu interior, enquanto que o grupo que recebeu o material apresentava-se com o defeito preenchido por tecido ósseo em estado avançado de organização (TAGA; CESTARI; SILVA, 1997).
 Em contraposição, um estudo realizado em tíbias de coelhos demonstrou que o grupo em que se utilizou o osso liofilizado formou 65% menos osso que o grupo controle, ou seja, o osso liofilizado não aceleraria a formação óssea em condições favoráveis (ASPENBERG; KALEBO; ALBREKTSSON, 1988).
 Outro estudo testou a efetividade do osso bovino liofilizado frente a desafios bacterianos recorrentes em defeitos ósseos periodontais e verificou-se que não houve diferença entre o grupo experimental e o controle (SONIS et al., 1985).
 Foi realizado preparo de loja cirúrgica em tíbia de ratos, com implantação de osso bovino liofilizado, membrana de osso bovino liofilizado e aglutinógeno, obtendo-se em 40 dias um tecido ósseo pouco trabeculado e medula óssea com aspectos de normalidade (DE LAVALLE et al., 1997).
  Proteínas Morfogenéticas (BMPs) consistem num membro da superfamília do fator de crescimento transformador b (TGF-b), representando um grupo de pelo menos 7 moléculas (BMP-2 até 8) (YANG; YAMAGUCHI, 1997 e KING; KING; HUGHERS, 1998). Induzem irreversivelmente a diferenciação de células ectomesenquimais perivasculares em células osteoprogenitoras.  Este fenômeno ocorre não somente no período embrionário, mas também no desenvolvimento pós-fetal, sendo seu efeito limitado nos grandes defeitos ósseos, não havendo a formação de osso na falta de células osteoprogenitoras. (URIST, 1983, LEE, 1997).
  Estas proteínas morfogenéticas (BMPs) desempenham múltiplos papéis no desenvolvimento embrionário e organogênese, incluindo esqueletogênese e o desenvolvimento dos tecidos craniofaciais e dentais (REDDI, 1994).  Estão presentes na matriz óssea, nos tecidos do osteosarcoma, matriz de dentina e induz a diferenciação das células mesenquimais em cartilagem ou osso e, têm diversas subunidades que ainda não estão completamente esclarecidas (BESSHO et al., 1990 e 1992).
  É possível que o colágeno tipo IV e outros componentes da matriz em torno das células endoteliais dos capilares proliferativos podem proporcionar proteínas morfogenéticas ósseas e angiogênicas, representam uma forma reação das células mesenquimais e osteoprogenitoras a iniciar a angiogênese e osteogênese (REDDI, A.H., 1992 e PARALKAR et al., 1990).  A restauração da atividade biológica após a extração dissociativa e reconstituição das BMPs com matriz de colágeno insolúvel indica que os componentes da matriz extracelular óssea age como carreador da demonstração funcional das BMPs (SAMPATH; REDDI, 1983).  A matriz óssea de colágeno fornece um substrato ótimo para o recrutamento e ancoragem das células progenitoras e subseqüente proliferação e diferenciação em osteoblastos (RATH; REDDI, 1979).
  A característica mais importante da BMP é sua capacidade de induzir a formação de osso e cartilagem quando transplantado em tecido mole, e exerce um importante papel não somente na formação óssea, mas também na diferenciação de muitos tecidos normais, incluindo germes dentários e algumas células tumorais.  As células mesenquimais podem se diferenciar em osteoblastos, condroblastos, odontoblastos ou fibroblastos, dependendo do local onde se encontram (YANG; YAMAGUCHI, 1997).
 Nas fraturas e enxertos ósseos, as proteínas morfogenéticas (BMPs) são liberadas em seu “gap” e agem como um fator de transcrição para regular a proliferação e diferenciação das células mesenquimais de maneira similar a sua função no desenvolvimento embrionário (CAMPBELL; KAPLAN, 1992; NAKASE et al., 1994 e VILJANEN et al., 1997).
  Em implantes ortotópicos, as BMPs alogênicas mostraram-se superiores que as xenogênicas, formando novo osso em aproximadamente 50% dos tecidos de regeneração, enquanto que no grupo controle, apenas 16%, podendo ser explicada pela alta capacidade de osteoindução e baixa imunogenicidade das proteínas morfogenéticas alogênicas (VILJANEN et al., 1997).
  Num estudo realizado onde a BMP-2 foi implantada em defeitos ósseos mandibulares de animais verificou-se que, em análise histomorfométrica aos 06 meses, houve a formação de osso mineralizado em 68% dos casos, sendo que no grupo controle sem o material implantar, houve esta formação em menos de 4% (TORIUMI et al., 1991).
  A Matriz Orgânica de Osso Liofilizado Osseobond (GENOX-ORGÂNICO), Proteína Morfogenética-HÁ (GENPRO), Aglutinante (GEN-COL) e Membrana Reabsorvível de Osso Bovino Liofilizado Dentoflex (GEN-DERM), desenvolvidos no Departamento de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, com comprovada biocompatibilidade, eficácia e fácil manuseio (DE LAVALLE, MARZOLA, CONSOLARO et al., 1997; MARZOLA, 1997; TAGA; CESTARI; SILVA, 1997 e MARZOLA, 2002), foram escolhidos por suas características favoráveis e, também, por serem materiais de custo bastante satisfatório, podendo ser utilizado em pacientes de todas as classes sociais.
  O estabelecimento das reações teciduais de feixes vásculo-nervosos em contato com osso liofilizado, proteína morfogenética, aglutinante e membrana reabsorvível de osso bovino liofilizado, durante as fases da cicatrização foram avaliados, uma vez que não há relato na literatura de estudos experimentais neste sentido.

  OBJETIVO

  O presente estudo visa estabelecer o comportamento biológico microscópico, durante o período de cicatrização, da Matriz Orgânica de Osso Liofilizado Osseobond (GENOX-ORGÂNICO), Proteína Morfogenética-HÁ (GENPRO), Aglutinante (GEN-COL) e Membrana Reabsorvível de Osso Bovino Liofilizado Dentoflex (GEN-DERM), desenvolvidos no Departamento de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo, sobre tecido vásculo-nervoso seccionado, em mandíbulas de coelhos.
  Esta situação pode ser necessária durante procedimentos cirúrgicos para a neurectomia do feixe vásculo-nervoso mentoniano, reposicionamento do forame mentoniano, juntamente com seu feixe vásculo-nervoso, bem como para a proteção do nervo alveolar inferior, em transposições para a fixação de implantes osseointegrados.
  Em todos os casos, estas técnicas cirúrgicas são necessárias para o restabelecimento protético de indivíduos que apresentem mandíbulas com reabsorções extremas do rebordo alveolar, devido à perda, na maioria das vezes precoce, dos elementos dentários inferiores.

  MATERIAL E MÉTODOS

  Foram utilizados 20 coelhos New Zealand adultos, pesando de 3,5 a 4 kg, divididos em 05 grupos, de acordo com vários períodos de reparo tecidual, 07, 14, 21, 45 e 60 dias, para a realização do sacrifício e, colheita do material de estudo.
  O material de consumo cirúrgico utilizado consiste em:
1. Anestésicos:
1.1 Ketalar – 0,35 ml por quilo de peso, aplicado intramuscular;
1.2 Rompum - 0,25 ml por quilo de peso, aplicado intramuscular;
1.3 Lidocaína 2% - 0,10 ml por quilo de peso, para anestesia local;
2. Seringa descartável de 10 e 20 ml;
3. Agulha descartável;
4. PVPI - degermante e tópico;
  5. Gaze estéril;
  6. Soro Fisiológico;
  7. Lâmina de bisturi n° 15;
8.  Membrana Reabsorvível de Osso Bovino Liofilizado Dentoflex (GEN-DERM);
9.  Matriz Orgânica de Osso Bovino Liofilizado Osseobond (GENOX-ORGÂNICO);
10.  Proteína Morfogenética – HÁ (GENPRO);
11. Aglutinante (GEN-COL);
  12. Fio de sutura - mononylon 5.0.

Instrumental cirúrgico necessário:
  1. Afastador de Farabeuf pequeno;
  2. Afastador tipo gancho;
  3. Cabo de bisturi;
  4. Pinça para anti-sepsia;
  5. Pinça hemostática tipo mosquito;
  6. Tesoura para divulsão;
  7. Tesoura para corte;
  8. Pinça dente de rato;
  9. Pinça clínica;
  10. Pinça anatômica;
  11. Descolador de periósteo;
  12. Cubeta;
  13. Motor de baixa rotação;
  14. Broca cirúrgica no 8;
  15. Escavador de dentina;
  16. Lima para osso pequena;
  17. Aparelho para tricotomia.

  Seqüência cirúrgica seguida:
  1. Anestesia dos animais;
  2. Tricotomia da região mandibular do lado direito;
  3. Anti-sepsia com PVPI degermante e tópico;
  4. Incisão em região de base da mandíbula lado direito com lâmina de bisturi n° 15, apenas em pele (Fig. 1);
 
 
 
 
 
 
 

Fig. 1 – A incisão realizada na base da mandíbula apenas na pele.

  5. Divulsão com tesoura até exposição do periósteo;
  6. Incisão do periósteo;
  7. Descolamento do periósteo e exposição do feixe vásculo-nervoso mentoniano;
  8. Seccionamento transversal do feixe vásculo-nervoso junto a sua emergência no forame mentoniano, sem, contudo, remover qualquer porção deste feixe;
  9. Ostectomia com motor de baixa rotação e broca esférica, aumentando a circunferência e profundidade do forame, sob irrigação contínua com soro fisiológico (Fig. 2);
 
 
 
 
 
 
 

Fig. 2 – Ostectomia realizada com motor de baixa rotação e broca esférica.

  10. Regularização da superfície preparada com escavadores de dentina e lima para osso, limpeza do local com soro fisiológico;
  11. Preenchimento da cavidade com o material a ser pesquisado, a Matriz Orgânica de Osso Liofilizado Osseobond (GENOX-ORGÂNICO), Proteína Morfogenética-HÁ (GENPRO), Aglutinante (GEN-COL) e Membrana Reabsorvível de Osso Bovino Liofilizado Dentoflex (GEN-DERM), desenvolvidos no Departamento de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (Fig. 3);
 
 
 
 
 
 
 
 

Fig. 3 – Realizada a neurectomia e o preparo da cavidade cirúrgica para o recebimento do material aloplástico implantar.
  12. Reposicionamento do retalho e sutura com fio mononylon 5-0 (Fig. 4).
 
 
 
 
 
 
 

Fig. 4 – Reposicionamento do retalho em posição e sutura da região.

  Não foi realizada medicação analgésica, antiinflamatória ou antibiótica nos períodos pós-operatórios.
  Após os períodos de espera para os cinco grupos, ou seja, 7, 14, 21, 45 e 60 dias, realizou-se o sacrifício dos animais e colheita da hemi-mandíbula direita, onde foi realizado o procedimento cirúrgico.
  Estas peças foram fixadas em formalina 10% e descalcificadas em solução de ácido nítrico 25% e formol 25% (1:1), desidratadas, incluídas em parafina, para cortes histológicos e confecção de lâminas, e coradas por hematoxilina e eosina, para análise sob microscopia óptica.
  Procurou-se observar como ocorreu o reparo tecidual ósseo e vásculo-nervoso, nos diferentes períodos avaliados, com o implante de Matriz Orgânica de Osso Liofilizado Osseobond (GENOX-ORGÂNICO), Proteína Morfogenética-HÁ (GENPRO), Aglutinante (GEN-COL) e Membrana Reabsorvível de Osso Bovino Liofilizado Dentoflex (GEN-DERM), desenvolvidos no Departamento de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo.

RESULTADOS

  5.1 GRUPO EXPERIMENTAL DE 07 DIAS:
  Observou-se ingurgitamento de vasos, proliferação de fibroblastos e em alguns pontos, feixes de fibras colágenas.  Grande área hemorrágica na superfície.  Tecido de granulação jovem com células inflamatórias e grandes quantidades de macrófagos, com fagocitose de partículas (supostamente material implantar).  Presença de espículas ósseas e de substância amorfa na área cirúrgica.  Não se observa tentativa de neoformação óssea.  O feixe vásculo-nervoso alveolar inferior anterior à área cirúrgica apresenta aspecto de normalidade.  Filete nervoso em tecido mole após a área cirúrgica mostrando inícios de atrofia (Figs. 5 e 6).
 
 
 
 
 
 
 
 

Figs. 5 e 6 – Aspecto microscópico do grupo experimental com 07 dias.

  5.2 GRUPO EXPERIMENTAL DE 14 DIAS:

  Este grupo demonstrou tecido de granulação maduro, com células mononucleares presentes (macrófagos e linfócitos predominantemente) próximos à região onde se localiza o material amorfo.  Mais profundamente na loja cirúrgica, infiltrado diminui de intensidade e nota-se proliferação de fibroblastos e fibras colágenas.  Presença de hemácias dispersas neste tecido.  Material amorfo moderado.  Algumas trabéculas ósseas jovens.  Grande proliferação vascular e vasos congestos.  Feixe vásculo-nervoso anterior à loja cirúrgica com aspecto de normalidade, e posterior, em tecido mole, com degeneração de algumas células (Figs. 7 e 8).
 
 
 
 
 
 
 

Figs. 7 e 8 – Aspecto microscópico do grupo experimental com 14 dias.

  5.3 GRUPO EXPERIMENTAL DE 21 DIAS:

  Verificou-se material inserido na loja óssea envolto por tecido fibroso, com infiltrado inflamatório discreto e, em alguns pontos, infiltrado aumenta em número de células.  Este infiltrado apresenta-se predominantemente linfocitário.  Observa-se grande cápsula fibrosa ao redor do material implantar.  Na periferia, coágulo envolto por células inflamatórias.  Pequena quantidade de hemácias dispersa pelo tecido fibroso.  Trabéculas em início de mineralização, com células osteogênicas (osteoblastos) volumosas, dando início à reparação óssea.  Feixe vásculo-nervoso anterior à loja cirúrgica com aspecto de normalidade, e posterior, em tecido mole, com degeneração celular (Figs. 9 e 10).

  5.4 GRUPO EXPERIMENTAL DE 45 DIAS:

  Presença de pouco osso neoformado em região medular.  Deposição de matriz e trabéculas ósseas mais densas, com grande proliferação fibroblástica e material implantar em meio a estas trabéculas.  Moderada quantidade de células inflamatórias maduras dispersas no tecido conjuntivo.  Na superfície, ainda se observa presença de pequenas áreas de coágulo sangüíneo.  Feixe nervoso anterior à área cirúrgica com aspecto de normalidade e posterior com feixes nervosos  em apoptose (Figs. 11 e 12).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Figs. 9 e 10 – Aspecto microscópico do grupo experimental com 21 dias.
 
 
 
 
 
 
 

Figs. 11 e 12 – Aspecto microscópico do grupo experimental com 45 dias.

  5.5 GRUPO EXPERIMENTAL DE 60 DIAS:

  Trabéculas neoformadas em grande quantidade, em meio a fibras colágenas e fibroblastos, com focos localizados do material implantado.  Observa-se abundante deposição de matriz óssea, indicando grande atividade osteoblástica.  Número expressivo de vasos sangüíneos neoformados.  Presença de células inflamatórias crônicas dispersas em tecido conjuntivo, principalmente macrófagos.  Feixe vásculo-nervoso posterior à loja cirúrgica, em tecido mole, com células em atrofia (Figs. 13 e 14).
 
 
 
 
 
 
 

Figs. 13 e 14 – Aspecto microscópico do grupo experimental com 60 dias.
OBS: Verificou-se ulceração em lábio inferior do lado em que foi realizada a neurectomia, após 07 dias da realização do procedimento cirúrgico em todos os animais submetidos à neurectomia.

  DISCUSSÃO

  A procura por novos materiais e técnicas cirúrgicas constitui ato de extrema importância para a clínica cirúrgica especializada, para que se encontrem novas maneiras de solucionar problemas, como por exemplo, o preenchimento de falhas ósseas em contato com tecido nervoso, que pode ser necessário em diversos procedimentos cirúrgicos, como a neurectomia, o reposicionamento do forame mentoniano, a transposição do nervo alveolar inferior para a colocação de implantes osseointegrados, cirurgia ortognática, ou o preenchimento de defeitos ósseos causados por patologia ou fratura.
  No presente estudo, pode-se observar a formação de trabéculas neoformadas em grande quantidade, em meio a fibras colágenas e fibroblastos e abundante deposição de matriz óssea, indicando grande atividade osteoblástica na cavidade preparada no forame mentoniano, aos 60 dias de pós-operatório, com a colocação de Matriz Orgânica de Osso Liofilizado Osseobond (GENOX-ORGÂNICO), Proteína Morfogenética-HÁ (GENPRO), Aglutinante (GEN-COL) e Membrana Reabsorvível de Osso Bovino Liofilizado Dentoflex (GEN-DERM), desenvolvidos no Departamento de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo.  Não foram encontrados relatos na literatura sobre a utilização destes materiais neste tipo de associação e, muito menos neste tipo de implante.
  Entretanto, estes materiais já foram testados separadamente ou em outros tipos de associação.  Em relação ao osso bovino liofilizado, o defeito foi preenchido por tecido ósseo em estado avançado de organização (TAGA; CESTARI; SILVA, 1997) e, com o mesmo resultado positivo (DE LAVALLE; MARZOLA; CONSOLARO et al., 1997) com associação de membrana de osso bovino liofilizado.  No presente trabalho, ocorreu a formação de trabéculas ósseas, ainda com atividade osteoblástica, mas não se encontrando ainda, aos 60 dias de pós-operatório, uma organização observada pelos trabalhos citados acima.  Uma observação importante a ser feita é a diferença de metabolismo entre coelhos e ratos/cobaias utilizados por esses trabalhos.
  Outros trabalhos demonstraram resultados menos positivos, com formação óssea igual ao grupo controle (SONIS et al., 1985) ou até mesmo pior que o controle (ASPENBERG; KALEBO; ALBREKTSSON, 1988).
  Quanto às proteínas morfogenéticas (BMP) tem-se encontrado excelentes resultados em diversos tipos de loja cirúrgica e animais de experimentação (TORIUMI et al., 1991; RIPAMONTI et al., 1994; SIGURDSSON et al., 1995; KINOSHITA et al., 1997; VILJAMEN et al., 1997; KING et al., 1998; SCHWARTZ et al., 1998; NAGAI et al., 1999), sem, contudo encontrar-se resultados tão exuberantes neste experimento.
  Até os 60 dias de pós-operatório não houve a formação de neuroma de amputação, condição esta indesejável, pois traria dores ao paciente e a necessidade de um novo procedimento cirúrgico para remoção deste neuroma. Seria necessário um tempo maior de acompanhamento após a neurectomia e a obliteração do forame com material implantar para verificar a ocorrência ou não desta formação, que pode ocorrer até anos após a neurectomia (ERHART, 1962; BLACKWOOD et al., 1963; ROBBINS, 1967; COTRAN et al., 1989; BRASILEIRO FILHO et al., 1994; DONOFF, 1995 e GREGG, 1995).
  Após um período de 07 dias observou-se a formação de ulceração em lábio inferior de todos os animais submetidos ao procedimento cirúrgico, pois a neurectomia ou seccionamento do feixe vásculo-nervoso mentoniano causa uma anestesia permanente da região inervada por este nervo, ou seja, lábio inferior do lado direito (TEBO; TELFORD, 1950; FREITAS et al., 1976 e 1979; GERSHENSON, 1986; GREEN; DARVELL, 1988; PHILLIPS; WELLER; KULILD, 1990 e HIDETOSHI et al., 1992), ocorrendo traumatismo pelos dentes anteriores durante a mastigação, sem o controle da sensibilidade local.  Esta condição talvez seja o principal inconveniente da neurectomia e, portanto sua indicação deve ser extremamente criteriosa e os controles freqüentes.
  Durante o procedimento cirúrgico notou-se uma facilidade de manipulação dos materiais implantares, pela consistência adquirida na manipulação do Osso Bovino Liofilizado, Proteína Morfogenética-HA e Aglutinante e também a maleabilidade da Membrana de Osso Bovino Liofilizado após hidratação desta com soro fisiológico (MARZOLA; TOLEDO FILHO; ZORZETTO et al., 1996; DE LAVALLE; MARZOLA; CONSOLARO et al., 1997 e MARZOLA, 2002).
  Até os 60 dias de pós-operatório ainda se verificou a presença de pequena quantidade de material implantar na cavidade cirúrgica, em menor quantidade que nos períodos anteriores, comprovando sua característica de material reabsorvível, dispensando um segundo procedimento cirúrgico, diminuindo custos e tempo para o profissional e o paciente (SONIS et al., 1985; BLACK et al., 1994; HARWICK; HAYES; FLYNN, 1995; MARZOLA, 1996; MARZOLA, TOLEDO FILHO, ZORZETTO et al., 1996; TAGA; CESTARI; SILVA, 1997 e MARZOLA, 2002) (Quadro 1).

  CONCLUSÕES

  Diante dos resultados obtidos, parece lícito concluir que:
  1. Houve a formação de trabéculas neoformadas em grande quantidade, em meio a fibras colágenas e fibroblastos, com abundante deposição de matriz óssea, indicando grande atividade osteoblástica na cavidade preparada aos 60 dias de pós-operatório.
  2. Não houve a formação de neuroma de amputação até os 60 dias de pós-operatório.
  3. Os materiais implantares são de fácil manuseio.
  4. Até os 60 dias de pós-operatório ainda se verificou a presença de pequena quantidade de material implantar na cavidade cirúrgica.
  5. Num intervalo de 07 dias ocorreu ulceração no lábio inferior do lado operado, devido à parestesia permanente, em todos os animais do experimento.
 

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* De acordo com as normas da ABNT.
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o0o

Quadro 1 - Resultados obtidos experimentando-se vários materiais implantares.
AUTOR MATERIAL LOCAL RESULTADOS
SONISet al., 1985 Osso Bovino Liofilizado Defeitos Periodontais Formação de osso nas falhas periodontais após 03 meses, sem haver diferença com o grupo controle.
ASPENBERG et al., 1988. Osso Liofilizado Tíbia de Coelhos Formação de menos 65% de osso quando comparado ao grupo controle.
TORIUMIet al., 1991 BMP-2 Mandíbula de Animais Formação de osso mineralizado em 68% dos casos, aos 06 meses.
RIPAMONTIet al., 1994 BMP Bovina e Matriz de Colágeno Defeitos Periodontais em Babuínos Indução de regeneração periodontal em defeitos criados cirurgicamente
SIGURDSSON et al., 1995 RhBMP-2 Humana Defeitos Periodontais em Cães Regeneração óssea extensa em defeitos criados cirurgicamente, algumas vezes cobrindo completamente o dente.
SMUKLERet al., 1995 Membrana de Osso Liofilizado e Osso Cortical Desmineralizado Cães Após 03 meses, houve preenchimento total da loja óssea
DE LAVALLE et al., 1997 Osso Bovino Liofilizado, Membrana de Osso Bovino Liofilizado e Aglutinógeno Tíbia de Ratos Formação de tecido ósseo pouco trabeculado e medula óssea com aspecto de normalidade aos 40 dias, com material implantar quase que praticamente reabsorvido
KINOSHITAet al., 1997 RHBMP-2 e condicionamento ácido Defeitos Periodontais Horizontais em Cães A formação óssea, de cemento e ligamentos aumentou muito, com diminuição de retração gengival.
TAGAet al., 1997 Osso Bovino Liofilizado Crânio de Cobaias Defeito ósseo preenchido por tecido ósseo em estado avançado de organização
VILJAMENet al., 1997 BMP Alogênico Crânio de Ovelhas Formação de 34% mais osso que o grupo controle, em média.
KINGet al., 1998 RHBMP-2 e condicionamento ácido Defeitos Periodontais em Ratos Grande quantidade de tecido ósseo e cemento neoformados
SCHWARTZet al., 1998 RHBMP-2 e osso humano desmineralizado (DFDBA) ativo e inativo Ratos O DFDBA ativo induz formação óssea e o inativo não e, quando se adiciona o RHBMP-2 ao DFDBA inativo, vem formação óssea.
NAGAIet al., 1999 BMP Tecido Subcutâneo de Ratos Formação de osso ectópico prejudicado em idades mais avançadas
OMAGARIet al., 1999 Osso Bovino Liofilizado, Proteína Morfogenética-HÁ, Aglutinante e Membrana de Osso Bovino Liofilizado. Forame Mentoniano de Mandíbula de Coelhos Formação de trabéculas neoformadas em grande quantidade, em meio a fibras colágenas e fibroblastos, com abundante deposição de matriz óssea, aos 60 dias.