10 MARÇO 2009
POSIÇÃO DA MANDÍBULA NAS TELERRADIOGRAFIAS LATERAIS CEFALOMÉTRICAS
* Cléber Bidegain Pereira
Em 1993, Pereira¹ realizou pesquisa com objetivo de saber qual a posição da mandíbula, preconizada por cirurgiões-dentistas, quando realizavam telerradiografias laterais cefalométricas. Foram consultados ortodontistas e radiologistas, porém, o número de entrevistados foi pequeno, devido às limitações dos meios de comunicação, que dificultavam o contato com os profissionais, e aos poucos Centros de Radiologia existentes naquela época.
O presente trabalho tem como proposta, repetir a pesquisa de Pereira utilizando recursos de comunicação disponíveis atualmente, ampliando o número e consultando separadamente ortodontistas e radiologistas. Dependendo dos resultados, propor alternativa para simulação da Relação Cêntrica (RC) por sistema matemático simples de avaliação subjetiva.
Considera-se que, nas telerradiografias em perfil, no sentido póstero-anterior, os desvios laterais da mandíbula não alteram significativamente as medidas cefalométricas de relação mandíbula/maxila. A alteração significativa, e de grande importância, é a posição de acomodação protruíndo a mandíbula quando os incisivos estão em topo-a-topo ². Este movimento pode ser avaliado e a mandíbula reposicionada, fazendo-se a simulação subjetiva da RC, na qual novos valores cefalométricos podem ser calculados.
1 – Pereira CB. Posição da Mandíbula na Tomada da Telerradiografia – Revista Ortodontia. 1993; n. 25, maio/jun. Disponível também em: www.cleber.com.br/posicao2.html
2 – Pereira, CB. Cefalometria - Posição da Mandíbula. [Acesso 2009 Mar 08]. Disponível em: www.cleber.com.br/posicao.html
* Especialista em Ortodontia, CFO
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